segunda-feira, 1 de maio de 2017

“O Sopro da Natureza”

O Sopro da Natureza-1O Sopro da Natureza-2
Em comum, a nacionalidade e o tema de inspiração da dupla de artistas franceses que expõe suas criações no Centro Cultural Correios.
Guillaine Querrien e François Houtin incorporam elementos da natureza e de paisagens em suas gravuras, pinturas a óleo e desenhos. A exposição ocupa duas salas no terceiro andar do Centro Cultural Correios no período de oito de março a 14 de maio e também tem o apoio do Instituto Francês e da Aliança Francesa do Rio de Janeiro.
Serviço:
Exposição: 
“O Sopro da Natureza”
Abertura: 
8 de março, às 19h
Visitação: 
até 14 de maio de 2017, de terça-feira a domingo, das 12 às 19h - GRÁTIS
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro.
Telefone: 
(21)2253-1580 (Recepção)
centroculturalrj@correios.com.br
Apoio: 
Centro Cultural Correios e Instituto Francês e da Aliança Francesa do Rio de Janeiro.

Véio :: Exposições :: Guia Rio Show :: O Globo

Véio 









O artista seleciona troncos e raízes diretamente no agreste nordestino e combina aspectos da tradicional arte popular brasileira com o aproveitamento dessa madeira. 

Fonte: https://www.atelier.guide/home/vio-faz-primeira-individual-em-galeria-no-rio-de-janeiro




terça-feira, 4 de abril de 2017






VEM se juntar a mobilização pelo direitos indígenas!
A PEC215 pode acabar com a demarcação de Terras Indígenas de uma vez por todas. O Acampamento Terra Livre vem aí para lutar contra os retrocessos dos direitos dos índios! É no fim de abril, fique ligad@ >> http://bit.ly/2nGcfm8 <<






quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Fazendo Arte com PAPEL


Aproveitando as revistas que você tem em casa é possível criar peças coloridas, depois é só usar a imaginação e criatividade para fazer quadros com diversos tema. Fica a dica!!!






































Elis Inácio

quinta-feira, 16 de junho de 2016



De que forma podemos pensar a relação entre natureza e sociedade urbana, hoje, na cidade do Rio? Quais políticas públicas podem e devem ser adotadas para a inclusão e preservação de áreas verdes? Como se encontram as condições de saneamento, das águas e do lixo?
O Se a Cidade Fosse Nossa promove seu encontro para debater a Política Ambiental na cidade do Rio de janeiro. No dia 18 de junho, na Quinta da Boa Vista, esperamos você para uma programação com oficinas, painel sobre as desigualdades socioambientais no Rio e grupos de discussão para debater temas como Energia/Clima/Mobilidade, Lixo, Agroecologia Saneamento/Água/Lixo e Áreas Verdes.
Quais são suas ideais? De que forma pode contribuir par a construção de um programa de política ambiental para o Rio? Participe desse debate essencial para a nossa sobrevivência enquanto espécie!


Programação:
10h Troca de Saberes (oficinas)
- Captação (Águas de Março)
- Compostagem (Luis / Vinicius)
- Horta/Troca de sementes/Alimentação
- Produtos de Higiene Ecológicos (Pedrão)
- Energia Solar (Antônio)
13h - Painel - Desigualdades Socioambientais no Rio de Janeiro
1. Sônia Peixoto - Conjuntura da Política Ambiental no RJ
2. Jaci (Pescador de Santa Cruz) - A resistência à TKCSA e a 
sobrevivência da pesca no Rio
3. Agricultura Urbana
4. Renato Cinco - O que é Justiça Socioambiental?
14h - Grupos de discussão
1. Energia/Clima/Mobilidade
2. Lixo
3. Agroecologia
4. Saneamento/Água/Lixo
5. Áreas Verdes

terça-feira, 14 de junho de 2016

Arte, Educação e Cultura

Educação para o Desenvolvimento de diferentes códigos culturais  - parte I

                                                                                                                              Profª Ana Mae Barbosa* 
         
        A Educação poderia ser o mais eficiente caminho para estimular a consciência cultural do indivíduo, começando pelo reconhecimento e apreciação da cultura local. Contudo, a educação formal no Terceiro Mundo Ocidental foi completamente dominada pelos códigos culturais europeus e, mais recentemente, pelo código cultural norte-americano branco A cultura indígena só é tolerada na escola sob a forma de folclore, de curiosidade e esoterismo; sempre como uma cultura de segunda categoria. Em contraste, foi a própria Europa que, na construção do ideal modernista das artes, chamou a atenção para o alto valor das outras culturas do leste e do oeste, por meio da apreciação das gravuras japonesas e das esculturas africanas. Desta forma, os artistas modernos europeus foram os primeiros a criar uma justificação a favor do multiculturalismo, apesar de analisarem a "cultura" dos outros sob seus próprios cânones de valores. Somente no século vinte, os movimentos de descolonização e de liberação criaram a possibilidade política para que os povos que tinham sido dominados reconhecessem sua própria cultura e seus próprios valores. 

* Ana Mae Barbosa é Professora Titular da Universidade de São Paulo, autora de vários livros, entre eles Tópicos utópicos (1998) e Arte Educação: Leitura no subsolo (1999). Ganhadora do Prêmio Interncional Sir Herbert Read (1999).

Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/mre000079.pdf