quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Fazendo Arte com PAPEL


Aproveitando as revistas que você tem em casa é possível criar peças coloridas, depois é só usar a imaginação e criatividade para fazer quadros com diversos tema. Fica a dica!!!






































Elis Inácio

quinta-feira, 16 de junho de 2016



De que forma podemos pensar a relação entre natureza e sociedade urbana, hoje, na cidade do Rio? Quais políticas públicas podem e devem ser adotadas para a inclusão e preservação de áreas verdes? Como se encontram as condições de saneamento, das águas e do lixo?
O Se a Cidade Fosse Nossa promove seu encontro para debater a Política Ambiental na cidade do Rio de janeiro. No dia 18 de junho, na Quinta da Boa Vista, esperamos você para uma programação com oficinas, painel sobre as desigualdades socioambientais no Rio e grupos de discussão para debater temas como Energia/Clima/Mobilidade, Lixo, Agroecologia Saneamento/Água/Lixo e Áreas Verdes.
Quais são suas ideais? De que forma pode contribuir par a construção de um programa de política ambiental para o Rio? Participe desse debate essencial para a nossa sobrevivência enquanto espécie!


Programação:
10h Troca de Saberes (oficinas)
- Captação (Águas de Março)
- Compostagem (Luis / Vinicius)
- Horta/Troca de sementes/Alimentação
- Produtos de Higiene Ecológicos (Pedrão)
- Energia Solar (Antônio)
13h - Painel - Desigualdades Socioambientais no Rio de Janeiro
1. Sônia Peixoto - Conjuntura da Política Ambiental no RJ
2. Jaci (Pescador de Santa Cruz) - A resistência à TKCSA e a 
sobrevivência da pesca no Rio
3. Agricultura Urbana
4. Renato Cinco - O que é Justiça Socioambiental?
14h - Grupos de discussão
1. Energia/Clima/Mobilidade
2. Lixo
3. Agroecologia
4. Saneamento/Água/Lixo
5. Áreas Verdes

terça-feira, 14 de junho de 2016

Arte, Educação e Cultura

Educação para o Desenvolvimento de diferentes códigos culturais  - parte I

                                                                                                                              Profª Ana Mae Barbosa* 
         
        A Educação poderia ser o mais eficiente caminho para estimular a consciência cultural do indivíduo, começando pelo reconhecimento e apreciação da cultura local. Contudo, a educação formal no Terceiro Mundo Ocidental foi completamente dominada pelos códigos culturais europeus e, mais recentemente, pelo código cultural norte-americano branco A cultura indígena só é tolerada na escola sob a forma de folclore, de curiosidade e esoterismo; sempre como uma cultura de segunda categoria. Em contraste, foi a própria Europa que, na construção do ideal modernista das artes, chamou a atenção para o alto valor das outras culturas do leste e do oeste, por meio da apreciação das gravuras japonesas e das esculturas africanas. Desta forma, os artistas modernos europeus foram os primeiros a criar uma justificação a favor do multiculturalismo, apesar de analisarem a "cultura" dos outros sob seus próprios cânones de valores. Somente no século vinte, os movimentos de descolonização e de liberação criaram a possibilidade política para que os povos que tinham sido dominados reconhecessem sua própria cultura e seus próprios valores. 

* Ana Mae Barbosa é Professora Titular da Universidade de São Paulo, autora de vários livros, entre eles Tópicos utópicos (1998) e Arte Educação: Leitura no subsolo (1999). Ganhadora do Prêmio Interncional Sir Herbert Read (1999).

Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/mre000079.pdf 


sábado, 14 de maio de 2016

INHOTIM

O Instituto Inhotim começou a ser idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz a partir de meados da década de 1980. A propriedade privada se transformou com o tempo, tornando-se um lugar singular, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. Um lugar que reúne beleza, natureza e artes. Um verdadeiro paraíso, com uma natureza exuberante que provoca um sentimento de paz, harmonia e encantamento diante da perfeita combinação entre natureza e arte.



















segunda-feira, 2 de maio de 2016

Todo dia é dia do MEIO AMBIENTE





Maio

3 – Dia do Solo e do Pau-Brasil

5 – Dia do Campo

22 – Dia Internacional da Biodiversidade

27 -  Dia da Mata Atlântica


Num momento em que a Natureza se apresenta especialmente inquieta, com manifestações causadas ou não pelo Homem – mas que cobram um preço alto em vidas –, tais como furacões furiosos, enchentes devastadoras, deslizamentos letais, invernos glaciais, chegamos ao Dia Mundial do Meio Ambiente chamando não somente à reflexão, mas, principalmente, à ação de todos em defesa da vida.Todos temos como contribuir – direta ou indiretamente – para que as sociedades caminhem rumo à sustentabilidade e para que a harmonia entre o desenvolvimento socioeconômico e a conservação da natureza deixe de ser mera utopia.


Site: http://www.wwf.org.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Quites ( Da série "Poesia numa hora destas ?!")

“Reconheço”, disse o homem, “fui um poluidor Implacável.
Matei todo tipo de bicho, criei todo tipo de lixo,
 transformei bom oxigênio em ar irrespirável.”
E suspirou, contrito, envenenando mais um litro.
“Nem sei quanto spray usei, mas aposto meu
patrimônio: há um buraco com meu nome na tal
camada de ozônio.”
“Florestas foram arrasadas para me dar calor e notícia.
Sem falar nos troncos de lei em que canivetei
que amava uma tal de Letícia.”
“Fui um flagelo sem dó, uma horda de hunos de um só.”
“Transformei rios em cloacas e cloacas em
rios de sujeira, em transbordante nojeira.
`Abaixo o ecossitema´ foi, eu quase diria, meu lema.”
“Fui um Átila irreciclável, um biodesagradável.”
“Agredi a natureza. Destruí a sua beleza.”
“Mas, em compensação, em matéria de devastação,
de agressão e desatino...
” (mostrando suas próprias rugas, sua calvície, sua velhice):
“... vejam o que Ela fez com este menino.”


                                         VERISSIMO, L. F. Jornal Zero Hora, 26/08/1990.