Os grandes eventos tem
mostrado que boa parte da população ainda não se sensibilizou para questões
fundamentais como o cuidado que deve ter com o seu lixo. Por mais que
sejam mostradas as consequências das grandes produções e descaso do lixo pelas
ruas, praias, parques, etc. Apesar dos avanços tecnológicos, do acesso as
tecnologias e as facilidades que a modernidade pode oferecer se comparado aos séculos
anteriores (séc XIX e XX) grande parte desta população que vive nas cidades e
tem acesso às informações e meios para mudar seu comportamento, ainda assim não
os fazem. A explicação mais lógica que consigo ter é simplesmente falta de
conscientização, ainda não perceberam que cabe a cada um enquanto CIDADÃO
cumprir com seus deveres já que vivemos em sociedade, coletividade. Enquanto
parte da população não se sensibilizar para questões simples e possíveis de
serem feitas essa sociedade não pode evolui. Precisamos assumir nossas
obrigações, direitos e deveres e não mais esperar ou culpar o outro, pois cabe
a cada um de nós colocarmos em prática ações para melhorar e cuidar do que é
NOSSO.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Catadores
de Arte: Uma visão consciente do lixo*
Desde
muito tempo tenho um grande amor pela natureza: sua beleza, equilíbrio e
perfeição, Mas que me apavora e ver o quanto a natureza tem sido destruída,
contaminada e desrespeitado. Quando resolvi fazer uma pós-graduação em Arte e Cultura
na universidade Cãndido Mendes tive certeza do tema, deveria trabalhar arte de
forma consciente e que o lixo pudesse de alguma forma ser apresentado. Assim
surgiu o tema: Catadores de Arte uma visão consciente do lixo. Segue abaixo um
parte da entrevista que realizei com o artista mineiro que reside no rio de
janeiro a mais de 40 anos.
Getúlio
Damado- artista de rua
O
mineiro veio para Rio de Janeiro na década de 70 e desde pequeno construía seus
próprios brinquedos. Com seu atelier em formato de bonde, instalado há 25 anos
em Santa Teresa. Tornou-se uma referencia em arte com sucatas. Com exposições
pelo Brasil e pelo mundo, considerado patrimônio vivo de Santa Teresa.
Em
entrevista no seu bonde ateliê pude acompanhar a criação de alguns bonecos como
“Ana Paula e Teresa”, muitos de seus bonecos tem nomes e histórias. Alguns são
amigos, vizinhos, colegas e moradores do bairro. Em Abril de 2011, o artista
foi surpreendido pela Secretária especial da ordem pública, que expediu um
mandato pedindo a retirado do artista do local. Esta atitude mobilizou toda
Santa Teresa, artistas e entidades em favor da permanência do bonde ateliê e
seu artista. A variedade de materiais utilizados por Gétulio é muito grande,
desde sucatas de telefones, pneus, madeiras, tampinhas de garrafas, embalagens
plástica, tintas....
Foi uma oportunidade e uma satisfação saber que tantos artistas famosos
ou desconhecidos pela maioria tem uma grande preocupação com o lixo e consegue
de forma criativa dar utilidade para materiais que poderiam estar no lixo, mas
não estão porque tem muita utilidade ainda! para saber mais visite o atelier do
nosso artista.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Réveillon e muito LIXO
Terminada
a festa de Réveillon o que ficou como pegada da população que visitou a praia
de Copacabana foram 290 toneladas de lixo. O número de visitantes foi em torno
de 2,4 milhões de pessoas e mesmo com centenas de contêineres a orla ficou assustadoramente
repleta de lixo. As festas de fim de ano costuma ser um momento de alegria,
confraternização, desejos e felicitações de dias melhores, mais paz, amor,
amizade, saúde etc. Será que podemos desejar mais respeito ao Meio Ambiente,
mais Saúde para a população e os animais marinhos? Porquê não, Menos lixo? Mais
Consciência! Vamos reciclar, repensar, reaproveitar, reutilizar e um 2018 Mais
consciente!!!!!
Para saber mais:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-01/apos-reveillon-garis-retiram-290-toneladas-de-lixo-da-praia-de-copacabana
sábado, 2 de dezembro de 2017
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Desastre de Mariana: Os impactos ambientais e seus
motivos
Publicado em 28
de setembro de 2017 por Eduardo Bernhardt
Em
5 de novembro de 2015 a Barragem do Fundão com resíduos da Mineradora Samarco
se rompeu e 35 milhões de metros cúbicos de lama contaminada arrasaram com os
distritos de Bento Ribeiro, Paracatu de Baixo, Camargos entre outros. Dezenove
pessoas morreram, 256 ficaram feridas e cerca de 600 foram desalojadas de suas
casas e propriedades. O governo de MG estimou que no total 35 cidades foram
afetadas pela lama no desastre de Mariana e acumulam, juntas, um prejuízo de R$
1,2 bilhão. A Samarco foi multada em R$ 432 milhões pelos governos federal e
estadual de MG, mas apenas 1% desse valor foi pago.
O
Rio Doce recebeu toda essa lama e a falta de oxigênio na água acabou
inviabilizando a flora e a fauna, o que representa a morte do rio. No dia 22 de
novembro de 2015 a lama chegou à sua foz no município de Regência – ES e
alcançou o mar.
Os
danos ambientais do Desastre de Mariana não cessaram, a recuperação do rio, da
fauna e da flora, e da vida de quem foi direta ou indiretamente afetado ainda
vão demorar alguns anos. Até lá nosso conceito de justiça ambiental será
testado diariamente
Fonte/Para saber mais:
http://www.recicloteca.org.br/noticias/desastre-de-mariana-os-impactos-e-seus-motivos
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Estou amando o inverno...
as árvores colorindo de vermelho e amarelo o meu caminho,
algumas resistindo à mudança,
outras perdendo todas as suas "plumas"
ficando constrangedoramente nuas em plena rua.
Um desavisado diria: - Que feia! Está seca, morta!
Pobre tolo, ignora o espetáculo da grande metamorfose da vida
que se descortina apenas diante de olhos sensíveis.
É o inverno! Que delícia de estação!
Dias cinzas, noites frias, tapete de folhas no chão,
vida escondida, sentimentos latentes,
o sol que nos brinda, dourado, ardente, confuso,
aparece, mas não fica, aonde ele se esconde?
Logo logo tudo muda, as cores, os sabores, o clima,
inclusive a inspiração de uma manhã de domingo.
as árvores colorindo de vermelho e amarelo o meu caminho,
algumas resistindo à mudança,
outras perdendo todas as suas "plumas"
ficando constrangedoramente nuas em plena rua.
Um desavisado diria: - Que feia! Está seca, morta!
Pobre tolo, ignora o espetáculo da grande metamorfose da vida
que se descortina apenas diante de olhos sensíveis.
É o inverno! Que delícia de estação!
Dias cinzas, noites frias, tapete de folhas no chão,
vida escondida, sentimentos latentes,
o sol que nos brinda, dourado, ardente, confuso,
aparece, mas não fica, aonde ele se esconde?
Logo logo tudo muda, as cores, os sabores, o clima,
inclusive a inspiração de uma manhã de domingo.
P.S. Porque todo espetáculo
merece uma legenda.
Poema de Juliane Carvalho
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